Cá está mais uma das clássicas histórias do qual fiz parte nesse circo "american pie" que é a minha vida.
Bem, o título da matéria do jornal já esplana do que se trata. Mas contarei do meu ponto de vista.
Seguinte... eu e meus camaradas resolvemos numa bela oite de quinta feira ir tomar uma cervejinha na cantareira. Marcamos de nos encontrar no centro de São Gonçalo. Cidado do qual todos nós morávamos (blá). Pulando alguns fatos corriqueiros, acabamos sendo abordados por 2 assaltantes.
Até então uma clássica cena da violência do Rio de Janeiro. Mas como tudo na minha vida não é simples e sempre tem que ter uma dose de ridicularidade e humor, o assaltante acabou por nos deixar completamente pelados. Ainda tentamos argumentar mas parecia que o espírito de algum cabloco palhaço havia encorporado naquelas figuras. Depois disso fomos obrigados a correr pelados em direção a uma vizinhança enquanto ouviamos tiros sendo disparados para o alto.
Estando nós 4 completamente pelados correndo pela rua, as crianças que inocentemente brincavam de amarelinha na rua correram para suas casas aos berros de pavor.
Procurando uma solução para aquele incomodo problema acabei me deparando com um grupo rapazes na frente de uma casa conversando. Reconheci um deles. Um flanelinha que trabalhava perto de casa. Não pensei duas vezes antes de pedir calças emprestada tendo em vista que daquele jeito não daria pra prosseguir. Vendo o desespero em nossos olhos o rapaz acabou aceitando nos ajuda - "Entrem nesse portão de ferro, abaixem a cabeça e atravessem o quintal. Não se esqueçam de abaixar a cabeça. No final haverá duas portas. A porta da direita é o banheiro de fora".
Nesse momento já estava muito mais tranquilo. Mas como tudo na minha vida tem que ter aquela dose de humor, acabei sendo surpreendido quando cheguei no quintal. Era aniversário da irmã do rapaz. A ideia foi fazer um churrasco e chamar todos os amiguinhos. Quem acabou pagando o pato? O pobre que vos fala que teve de atravessar um quintal infestado de gente de todo tipo. Dentre as piadinhas, os risos, os chorors, os comentários maliciosos eu levei os segundos mais demorados da minha vida para atravessar aqueles poucos metros de distância entre o portão e o banheiro.
Depois de dois dias, quando pra mim essa história já fazia parte do meu passado, estava caminhando pelo centro de Niterói quando resolvi parar numa banca de jornal para saber das notícias daquele dia. Quando me deparo com a manchete de um jornal que me pareceu um tanto familiar. Bem, como o jornal está aí postado não me prolongarei mais nesse assunto. Vocês já podem imaginar a cara que eu fiz quando li essa matéria.
Bem, o título da matéria do jornal já esplana do que se trata. Mas contarei do meu ponto de vista.
Seguinte... eu e meus camaradas resolvemos numa bela oite de quinta feira ir tomar uma cervejinha na cantareira. Marcamos de nos encontrar no centro de São Gonçalo. Cidado do qual todos nós morávamos (blá). Pulando alguns fatos corriqueiros, acabamos sendo abordados por 2 assaltantes.
Até então uma clássica cena da violência do Rio de Janeiro. Mas como tudo na minha vida não é simples e sempre tem que ter uma dose de ridicularidade e humor, o assaltante acabou por nos deixar completamente pelados. Ainda tentamos argumentar mas parecia que o espírito de algum cabloco palhaço havia encorporado naquelas figuras. Depois disso fomos obrigados a correr pelados em direção a uma vizinhança enquanto ouviamos tiros sendo disparados para o alto.
Estando nós 4 completamente pelados correndo pela rua, as crianças que inocentemente brincavam de amarelinha na rua correram para suas casas aos berros de pavor.
Procurando uma solução para aquele incomodo problema acabei me deparando com um grupo rapazes na frente de uma casa conversando. Reconheci um deles. Um flanelinha que trabalhava perto de casa. Não pensei duas vezes antes de pedir calças emprestada tendo em vista que daquele jeito não daria pra prosseguir. Vendo o desespero em nossos olhos o rapaz acabou aceitando nos ajuda - "Entrem nesse portão de ferro, abaixem a cabeça e atravessem o quintal. Não se esqueçam de abaixar a cabeça. No final haverá duas portas. A porta da direita é o banheiro de fora".
Nesse momento já estava muito mais tranquilo. Mas como tudo na minha vida tem que ter aquela dose de humor, acabei sendo surpreendido quando cheguei no quintal. Era aniversário da irmã do rapaz. A ideia foi fazer um churrasco e chamar todos os amiguinhos. Quem acabou pagando o pato? O pobre que vos fala que teve de atravessar um quintal infestado de gente de todo tipo. Dentre as piadinhas, os risos, os chorors, os comentários maliciosos eu levei os segundos mais demorados da minha vida para atravessar aqueles poucos metros de distância entre o portão e o banheiro.
Depois de dois dias, quando pra mim essa história já fazia parte do meu passado, estava caminhando pelo centro de Niterói quando resolvi parar numa banca de jornal para saber das notícias daquele dia. Quando me deparo com a manchete de um jornal que me pareceu um tanto familiar. Bem, como o jornal está aí postado não me prolongarei mais nesse assunto. Vocês já podem imaginar a cara que eu fiz quando li essa matéria.

